“Quando eu te vi fechar a porta eu pensei em me atirar pela janela do 8° andar. Onde a dona Maria mora por que ela me adora e eu sempre posso entrar. Era bem o tempo de você chegar no T olhar no espelho o seu cabelo falar com o seu Zé. E me ver caindo em cima de você como uma bigorna cai em cima de um cartoon. Qualquer e ai, só nos dois no chão frio. De conchinha bem no meio fio. No asfalto riscados de giz, imagina que cena feliz! Quando os paramédicos chegassem e os bombeiros retirassem nossos corpos do Leblon, a gente ia para o necrotério ficar brincando de sério deitadinhos no bem-bom. Cada um feito um picolé. Com a mesma etiqueta no pé. Na autópsia daria pra ver, como eu só morri por você. Quando eu te vi fechar a porta eu pensei em me atirar pela janela do 8° andar, invés disso eu dei meia volta e comi uma torta inteira de amora no jantar.”
Clarice Falcão. (via adentrada)

“Meu pai não bebia, não fumava e morreu cedo. Não roubava e morreu pobre. Tirava o que tinha para dar para os outros e teve poucas pessoas para carregar seu caixão. Depois que ele morreu, nenhum parente perguntou se seu filho precisava ou não de algo. Ou seja, em vida meu pai me ensinou a ser a melhor pessoa que eu conseguir. Em morte, me ensinou a não esperar nada em troca por isso.
Danilo Gentili. (via allaxg)

“Quem perde o teto
Ganha as estrelas.”
Autor Desconhecido. (via intimidadedegarota)

“O tempo passa, os amigos te deixam e a vida começa a exigir mais de você. A barra vai ficando pesada e você se encontra em um túnel sem saída. Por mais que você grite, ninguém te escuta, ninguém te procura, ninguém te enxerga. Você fica ali, paralisado, tentando entender tudo que está acontecendo e esperando a tão popularizada “luz no fim do túnel.
Pedro Pinheiro.  (via soquotes)